Sexta-feira, 16 de outubro de 2026
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Marco Antonio Villa se manifesta após se tornar foragido por dívida de pensão: “Não sou milionário”

Marco Antonio Villa se manifesta após se tornar foragido por dívida de pensão: “Não sou milionário”
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Marco Antonio Villa
(Foto: Divulgação via Marco Antonio Villa)

O comentarista político Marco Antonio Villa se manifestou após ser considerado foragido por dever mais de R$ 500 mil em pensão alimentícia. Em extensa carta, o historiador chamou de “injustiça” o valor cobrado e alegou “não ser milionário” para arcar com as despesas exigidas pela ex-esposa em relação ao filho, que é uma pessoa com deficiência de 45 anos.

“Luto sozinho e calado, há anos, para tentar reverter uma injustiça sem precedente que diariamente me aflige: o dever de destinar 20 salários-mínimos por mês para minha ex-esposa e para um de meus filhos, acrescido do valor do plano de saúde em favor de ambos. Em valores atuais, a pensão alimentícia que deveria ser por mim paga supera a quantia de R$ 40.000,00 (quarenta mil reais) por mês!”, iniciou Villa.

“Infelizmente, nunca tive condições financeiras para arcar com essa quantia desarrazoada. Não sou milionário, mas sim uma pessoa assalariada que labuta arduamente todos os dias. Desde que fui vítima desta condenação, vi-me compelido a destinar aos beneficiários tudo o que tinha e o que não tinha para não ter minha liberdade cerceada”, prosseguiu o comentarista político.

Villa revelou o total desembolsado até hoje e quais bens precisou vender para quitar a pensão.

“Já paguei quase R$ 1.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais) à ex-esposa da qual há muito me separei e ao meu querido filho (que embora conte 45 anos, em razão de suas fragilidades, vem sendo pela mãe contra mim orquestrado). Para viabilizar o pagamento desta fortuna tive que me desfazer de patrimônio que angariei ao longo de uma vida dedicada ao trabalho, já tendo destinado a minha ex-esposa: i) os dois imóveis antes por mim titulados (o que nos serviu de lar e um outro situado no litoral); ii) todas as minhas economias; e, ainda, iii) valores levantados mediante a contratação de empréstimos bancários”, publicou.

O historiador acusa a ex-esposa de querer liquidar “minha saúde, minha honra e minha liberdade de ir e vir” e diz que insistirá na revisão judicial dos valores exigidos por ela e que, em sua avaliação, são “abusivos”.

“As diversas ações judiciais em andamento, visando à correção de todos os abusos contra mim cometidos, tramitam em segredo de justiça, e, por esta razão, não podem ter seus detalhes por mim publicados. Registro, apenas, que continuo confiando na justiça, a qual, embora muito já tenha tardado, certamente não falhará”, concluiu.

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Redação Foco Goiás