Sexta-feira, 16 de outubro de 2026
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Ex-dono do Vasco e da 777 é condenado a pagar US$ 500 milhões à Justiça dos EUA

Ex-dono do Vasco e da 777 é condenado a pagar US$ 500 milhões à Justiça dos EUA

Além disso, joshua Wander, fundador e ex-CEO da 777 Partners, declarou-se culpado de acusações de fraude eletrônica e fraude de valores mobiliários nos Estados Unidos. Dessa forma, O empresário, de 45 anos, admitiu envolvimento em um esquema que causou prejuízos superiores a US$ 500 milhões a credores e investidores da companhia, empresa de investimentos sediada em Miami. Com isso, A companhia já foi dona da SAF do Vasco, mas foi expulsa do Cruzmaltino por gestão temerária. Nesse sentido, A decisão foi divulgada pelo Departamento de Justiça dos EUA nesta quinta-feira (15/10).

Portanto, como parte do acordo judicial, Wander concordou em devolver pelo menos US$ 500 milhões provenientes das atividades ilegais. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Ex continuam sendo acompanhados com atenção.

Como ele agora admitiu, Josh Wander usou sua empresa, a 777 Partners, para roubar centenas de milhões de dólares de credores e investidores privados. Wander ofereceu ativos como garantia dupla, ofereceu ativos fictícios como garantia, mentiu sobre a situação financeira de sua empresa e até falsificou extratos bancários, tudo para obter acesso aos fundos de suas vítimas. Ele então usou esses fundos para fins que seus credores nunca permitiram, incluindo o pagamento da coleção de times de futebol profissional da 777. Seja perpetrada nos mercados privados ou públicos, essa conduta descarada mina a integridade de nosso sistema financeiro e não será tolerada.

Em seguida, segundo as autoridades norte-americanas, o empresário utilizou recursos destinados a operações financeiras específicas para financiar aquisições e despesas da 777 Partners, incluindo a compra de clubes de futebol profissional. A investigação aponta que a companhia não dispunha de dinheiro suficiente para sustentar essas operações.

Contexto e detalhes sobre Ex

Para obter recursos de credores, Wander teria apresentado como garantia ativos financeiros que a empresa nunca havia adquirido ou que já estavam comprometidos com outros financiadores. Além disso, de acordo com a acusação, he orientou funcionários a alterar digitalmente extratos bancários para simular saldos milionários que a companhia não possuía.

O esquema também teria envolvido a captação de investimentos por meio de informações falsas sobre a situação financeira da empresa. Em 2021 e 2022, Wander levantou mais de US$ 200 milhões com investidores por meio da venda de participações societárias preferenciais na 777 Partners e em uma companhia afiliada.

Em março de 2022, o empresário também solicitou um empréstimo de US$ 20 milhões. Para ocultar o desvio de recursos, teria apresentado ao credor dezenas de extratos bancários adulterados. Segundo o processo, parte do dinheiro foi utilizada em operações com opções no mercado financeiro.

As irregularidades começaram a vir à tona em março de 2023, quando um dos credores questionou Wander sobre a utilização dos mesmos ativos como garantia em diferentes operações. Na ocasião, he atribuiu o problema a uma falha no antigo sistema de informática da empresa e voltou a afirmar que a duplicidade havia ocorrido por engano. Em 2024, deixou o cargo de CEO.

Possível pena de até 20 anos

Cada uma das acusações admitidas por Wander (fraude eletrônica e fraude de valores mobiliários) prevê pena máxima de 20 anos de prisão. A sentença está marcada para 1º de março de 2027 e será definida pelo juiz responsável pelo caso.

O anúncio foi feito pelo escritório do procurador dos Estados Unidos para o Distrito Sul de Nova York, que destacou a atuação do FBI e da agência de Investigações de Segurança Interna (HSI), além da colaboração da Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC).

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás