Quinta-feira, 15 de outubro de 2026
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Manifestantes contra Milei entram em confronto com a polícia em Buenos Aires

Manifestantes contra Milei entram em confronto com a polícia em Buenos Aires

Além disso, argentinos realizaram nesta quinta-feira (15/10) protestos em Buenos Aires, Córdoba e Rosario contra as medidas de austeridade do presidente ultraliberal Javier Milei na área da educação. Dessa forma, manifestantes entraram em confrontos com a polícia em frente ao Congresso Nacional.

Os manifestantes, em sua maioria estudantes, professores e cidadãos independentes, exigiam que o presidente cumprisse uma lei aprovada pelo Congresso para reverter o corte no orçamento universitário, que o governo tem ignorado apesar de várias decisões judiciais contra ele.

Com isso, O protesto reflete o profundo descontentamento de grande parte da classe média argentina com os cortes que o presidente aplicou na economia — especialmente em setores sensíveis como educação e saúde — para reduzir a inflação. Nesse sentido, esse descontentamento se reflete na baixa popularidade de Milei, constatada pela maioria das pesquisas de opinião.

Contexto e detalhes sobre Buenos Aires

Autoridades da Universidade de Buenos Aires (UBA), que conta com mais de 300 mil estudantes e vários prêmios Nobel ao longo de sua história, estimaram que seu corpo docente perdeu cerca de 30% de seu salário sob a gestão da direita radical.

“Não vamos normalizar o descumprimento da lei. As leis devem ser cumpridas. Sempre”, publicou a UBA nas redes sociais para convocar o protesto que ocorria em frente ao Congresso Nacional.

Com enormes bandeiras e faixas em defesa da educação pública, a manifestação, que reuniu uma multidão, paralisou o centro da cidade.

Mas, antes do ato principal, ocorreram confrontos entre a polícia e um grupo minoritário situado entre os manifestantes, em frente ao Congresso, em Buenos Aires, que resultaram em feridos e anteciparam o fim do protesto.

“Nossa reivindicação é pelo financiamento, pelo orçamento universitário que o governo não cumpre há mais de 350 dias. Vamos continuar lutando pela universidade pública, gratuita e de qualidade”, disse à Reuters Juan Sgró, professor da Faculdade de Artes da Universidade Nacional de Córdoba.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás