Segunda-feira, 12 de outubro de 2026
Alex Turini

Menino de Brasília decide virar especialista após ficar preso 18 vezes no elevador

Menino de Brasília decide virar especialista após ficar preso 18 vezes no elevador

Além disso, uma experiência, a princípio ruim, despertou uma curiosidade incomum no brasiliense Alex Turini, de 12 anos. Dessa forma, depois de ficar preso em um elevador, o menino começou a pesquisar como a máquina funcionava. Com isso, desde então, ele passou pela mesma situação outras 17 vezes, aprendeu sobre sistemas de manutenção e se tornou conhecido nas redes sociais pelo conhecimento sobre elevadores e escadas rolantes.

Nesse sentido, A história foi contada pelo garoto em entrevista ao g1 DF, publicada nesta segunda-feira (12). Portanto, alex mostrou à reportagem o que aprendeu sobre os equipamentos e revelou que pretende trabalhar na área quando crescer. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a ficar preso continuam sendo acompanhados com atenção.

Em seguida, O interesse começou com a primeira vez em que ficou preso em um elevador. De acordo com as apurações, em vez de evitar o equipamento, o menino quis entender o que havia provocado a parada e como os técnicos resolviam o problema. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de ficar preso nos últimos dias.

Por outro lado, com o tempo, passou a acompanhar serviços de manutenção e a conhecer os mecanismos utilizados para operar elevadores e escadas rolantes.

Vale destacar que uma das coleções de Alex é formada por chaves utilizadas nesses equipamentos. Sendo assim, ele guarda as peças em um molho que costuma levar consigo e as organiza de acordo com as empresas fabricantes.

“Se eu perco isso aqui, eu choro por 15 dias”, brincou durante a entrevista ao g1.

Ficar preso: Menino relata que ajudou a retirar morador de elevador

Alex mora com a família em um apartamento e afirma que seu interesse pelos elevadores já é conhecido pelos funcionários do condomínio.

Ele contou que chegou a ajudar em uma ocorrência envolvendo um morador que ficou preso no equipamento do prédio.

Segundo o menino, o porteiro havia começado a trabalhar recentemente e não sabia como proceder. Alex disse que colocou equipamentos de proteção, entrou em contato com a empresa responsável pelo elevador e participou da retirada do morador.

O garoto afirmou que o homem o abraçou e agradeceu repetidas vezes depois de sair.

O episódio foi relatado por Alex à reportagem. Não há confirmação independente, nas informações publicadas, sobre as circunstâncias do resgate.

A operação de elevadores e a retirada de pessoas presas exigem procedimentos de segurança e devem ficar sob responsabilidade de profissionais habilitados ou equipes de emergência.

Visita ao Aeroporto de Brasília virou vídeo nas redes sociais

O interesse de Alex também levou a família a fazer passeios pouco comuns. Em uma ocasião, a mãe o acompanhou até o Aeroporto Internacional de Brasília durante a madrugada porque ele queria observar o funcionamento das escadas rolantes e dos elevadores depois da meia-noite.

A visita permitiu que o menino conhecesse funcionários da manutenção do terminal. O contato com a equipe resultou em novas oportunidades para acompanhar o trabalho dos profissionais.

O aeroporto publicou um vídeo sobre a curiosidade do garoto e mostrou sua visita aos bastidores dos equipamentos. Até o fim de semana, a publicação havia ultrapassado 15 mil curtidas.

Alex também ganhou um apelido entre os funcionários: Mike Tanguinho, referência a Mike Tango, nome usado pela equipe de manutenção do aeroporto.

A história passou a circular nas redes sociais e chamou a atenção pelo conhecimento técnico demonstrado pelo menino.

Alex já escolheu a profissão que quer seguir

Embora ainda tenha 12 anos, Alex afirma que pretende continuar estudando o funcionamento de elevadores, escadas rolantes e outros equipamentos mecânicos.

Ele quer começar a carreira como técnico e, posteriormente, cursar Engenharia Mecânica.

“Quero trabalhar primeiro como técnico, e depois ser engenheiro”, disse ao g1.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás