Sábado, 10 de outubro de 2026
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Sobrevivência, novo filme de Ben Affleck na Netflix, é detonado pela crítica

Sobrevivência, novo filme de Ben Affleck na Netflix, é detonado pela crítica

Além disso, multifacetado como poucos em Hollywood, Ben Affleck voltou à cadeira de direção com Sobrevivência, seu novo suspense que estreou nesta sexta-feira na Netflix. Dessa forma, coestrelado pelo próprio Affleck ao lado de Kerry Washington e Gillian Anderson, o filme não agradou à imprensa internacional, que categorizou o longa como o pior trabalho de Affleck na direção.

Com isso, na história, o sequestro do filho coloca um candidato à prefeitura de Los Angeles, interpretado por Affleck, e sua esposa, vivida por Washington, no centro de uma rede de mentiras. Nesse sentido, enquanto correm contra o tempo para conseguir o dinheiro do resgate, os dois são obrigados a tomar decisões difíceis e a revelar segredos que podem pôr em risco tudo o que construíram. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Ben Affleck continuam sendo acompanhados com atenção.

Portanto, adriana Paz, Ray Fisher, Christopher Woodley, Matt Gerald, Jacob Estrada, Luis Gerardo Méndez e Steven Yeun também integram o elenco.

Ben Affleck: O que diz a crítica

Em seguida, apesar do elenco de peso e de Affleck ter uma boa reputação como diretor, o novo longa-metragem foi detonado pelos óbvios excessos de refação no roteiro e pela falta de foco. No agregador Rotten Tomatoes, o filme tem apenas 41% de aprovação.

O crítico Ryan Lattanzio, do IndieWire, escreveu que a melhor coisa do filme eram as cenas de Gillian Anderson. “A cada tomada de drone sobrevoando Los Angeles, a cada plano que deixava apenas uns sessenta centímetros de espaço entre os atores — sem qualquer faísca de tensão —, eu só queria mais Gillian Anderson; mais Gillian Anderson, por favor”, admitiu.

Erik Kain, da Forbes norte-americana, resumiu de forma dura: “Sobrevivência, infelizmente, é um fracasso. É uma aberração cinematográfica. Um erro crasso de um diretor que certamente tem capacidade para fazer melhor.”

Pete Hammond, do portal Deadline, afirmou que não é possível compreender o objetivo da obra. “Este filme dá a impressão de que Affleck está abraçando mais do que consegue dar conta, atirando para todos os lados para ver o que cola. A ação é totalmente desconexa.”

Já Brian Tallerico, do portal RogerEbert.com, confessou que é triste dizer que este é o pior trabalho de Affleck na direção, “um filme que claramente passou pela máquina da reescrita dezenas de vezes, perdendo elementos importantes como tema, foco, personalidade e tensão.”

Jeannette Catsoulis, do jornal The New York Times, também não poupou palavras, descrevendo o longa como um thriller político extraordinariamente insosso que mistura um elenco de alto calibre a um roteiro excessivamente elaborado.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás