Sobre o tema envolvendo contrato entre Corinthians, além disso, nesta semana, um grupo de seis advogados encaminhou ao presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Romeu Tuma Júnior, um pedido de informações sobre os contratos firmados do Alvinegro com a Caixa Econômica Federal.
Dessa forma, A TMC teve acesso ao requerimento, assinado pelos advogados e associados do Parque São Jorge Peterson Ruan Aiello do Couto Ramos, Cyrillo Cavalheiro Neto, Wanda Aparecida Garcia La Selva, Maurício Felberg, Vinicius Santos de Souza e Renata Ribeiro Rainone. Nele, o grupo aponta que tem sido prática comum dos recentes diretores ignorarem o Conselho Deliberativo e de Orientação nas tomadas de decisões e também relembram que as eleições estão marcadas para 28 de novembro, então eventuais novos acordos, como naming rights do estádio, podem se tornar medidas eleitoreiras.
Por isso, foram feitos alguns pedidos:
Contexto e detalhes sobre contrato entre Corinthians
- Que a diretoria do Corinthians atualize a situação das negociações com a Caixa, “identificando os interlocutores de ambas as partes”, e apresentando documentos trocados, como propostas e memorandos;
- O documento de autorização da Caixa para suspensão da terceira parcela trimestral de 2026 (no valor de R$ 27 milhões) e suas eventuais consequências, como multas;
- Seja apresentado o estudo feito pelo Corinthians que aponta que o naming rights do estádio está avaliado em R$ 70 milhões anuais;
- Atualização sobre a situação do contrato com a Hypera Pharma, atual detentora dos naming rights da Arena;
- Esclarecimentos sobre um iminente acerto do Corinthians com a Caixa sobre a quitação do estádio e como vai funcionar;
- Parecer jurídico sobre a adequação da negociação perante a Lei das Estatais (nº 13.303/2016);
- Antes da assinatura de qualquer documento vinculante – ou seja, qualquer pré-acordo -, que ele seja submetido aos Conselhos de Orientação e Deliberativo;
- Que a diretoria se comprometa a não assinar qualquer documento vinculante antes da deliberação dos órgãos do clube e das eleições de 28 de novembro.
O Corinthians vem negociando o naming rights de seu estádio com a Caixa desde setembro. O clube propõe a quitação da dívida referente à obra do estádio, atualmente avaliada em R$ 630 milhões, pelo nome do palco. As conversas são conduzidas em ritmo lento devido aos valores e o fato de ser uma empresa estatal. Ao mesmo tempo, o Ministério Público de São Paulo vem investigando algumas cobranças feitas pelo banco ao clube.
Atualmente, o nome do estádio pertence à Hypera Pharma, que paga entorno de R$ 35 milhões para fazer com que a casa do Corinthians se chame Neo Química Arena.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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