Além disso, A campanha do presidente Lula (PT) protocolou uma ação de investigação judicial eleitoral (Aije) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo a cassação da chapa do candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por suposto uso irregular dos perfis em redes sociais de Pablo Marçal para disseminação de propaganda eleitoral e informações falsas. Dessa forma, A ação pede a suspensão liminar do perfil de Marçal no Instagram, que tem 14,1 milhões de seguidores.
Além disso, a campanha petista pede o bloqueio do site B22token, que dá criptomoedas para usuários que compartilharem a mensagem B22 e conteúdos como vídeos que incentivam o voto em Flávio, revelado pela Folha, afirmando que constitui abuso do poder econômico.
Procurada, a campanha de Flávio afirmou que Pablo Marçal não integra a estrutura da campanha, sendo apenas um apoiador político publicamente declarado. A defesa também criticou a postura do PT e negou qualquer ligação com o esquema de criptomoedas, informando que acionará a Justiça para derrubar a página.
Contexto e detalhes sobre perfil de Marçal
Em resposta, Pablo Marçal classificou a ação como um desespero do PT que já ultrapassou o ridículo, declarando que é um brasileiro livre e que não deve satisfação para o partido.
Segundo os advogados do PT, a campanha de Flávio comete irregularidade ao não informar ao TSE que o perfil de Marçal se tornou uma conta oficial de campanha, o que a sujeitaria a restrições legais, como a vedação a recomendações algorítmicas.
A ação aponta ainda que o uso da conta tem servido para disseminar desinformação, citando uma montagem com áudios antigos que induz o eleitor a concluir falsamente que Lula tem animosidade contra evangélicos. Os advogados pedem a suspensão do perfil e a remoção das publicações com conteúdo injurioso.
Na frente do esquema de criptomoedas, a representação aponta que o site B22token utiliza vídeos — incluindo a participação de crianças de Uganda — para promover a candidatura e recompensar financeiramente quem compartilha o conteúdo, prática que o PT classifica como pagamento vedado por legislação eleitoral e abuso de poder econômico.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
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