Sobre o tema envolvendo ‘Pude respirar’, além disso, oito meses após denúncias de mulheres que afirmavam ser vítimas de golpes financeiros de um homem que se passava por policial civil, o suspeito foi preso em Goiânia. Dessa forma, O mandado de prisão preventiva foi cumprido durante a Operação Falso Distintivo, da Polícia Civil de Goiás, após um caso que resultou em um prejuízo estimado em R$ 100 mil a uma família.
Com isso, uma das vítimas afirmou ter recebido a notícia da prisão com alívio, destacando que a repercussão representou um sinal de que as denúncias tiveram consequências. Nesse sentido, ela relatou a sensação de poder respirar após um longo desgaste emocional e de perceber que a Justiça estava acontecendo. Vale ressaltar que os aspectos relacionados a ‘Pude respirar’ continuam sendo acompanhados com atenção.
Portanto, segundo a Polícia Civil, o investigado utilizava falsas identidades e histórias inventadas para conquistar a confiança das vítimas e obter dinheiro. Em seguida, conforme a corporação, que contabiliza 22 registros policiais anteriores contra o suspeito, ele enganou uma mulher com quem manteve um relacionamento, além da mãe, do irmão e de um amigo da família dela.
‘Pude respirar’: Suspeito dizia ser herdeiro de fazenda
De acordo com as apurações, A principal vítima conheceu o homem em 2023, quando ele se apresentou como policial civil. Em 2026, durante um breve relacionamento, o suspeito afirmou ser herdeiro de uma grande propriedade rural e ter uma quantia elevada em banco, alegando enfrentar problemas financeiros e de saúde para pedir empréstimos temporários com promessa de devolução.
A investigação aponta que o homem se comportava como policial e portava arma de fogo. A Justiça autorizou mandados de prisão preventiva, busca e apreensão, além do bloqueio de bens e valores do investigado.
Mais Goiás já havia revelado relatos de vítimas
Em fevereiro, o portal publicou relatos de três mulheres que afirmavam ter sofrido golpes do mesmo homem, identificado pelas iniciais M. V. R. S. Os esquemas incluíam promessas de produtos do Paraguai que nunca foram entregues, emissão fraudulenta de passagens aéreas e pedidos de dinheiro para conserto de veículos que seriam vendidos.
A investigação é conduzida pela 15ª Delegacia de Polícia de Goiânia. Na operação, os policiais apreenderam um celular e R$ 5 mil em espécie. O investigado foi encaminhado à unidade prisional e responde por estelionato emocional, enquanto a polícia busca identificar novas vítimas.
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