Quarta-feira, 7 de outubro de 2026
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Jovens ficam feridos após carro ser atingido por queda de árvore durante chuva em Goiânia

Jovens ficam feridos após carro ser atingido por queda de árvore durante chuva em Goiânia

Sobre o tema envolvendo Jovens ficam, além disso, dois jovens ficaram feridos depois que uma árvore caiu sobre o carro em que estavam na segunda-feira (5), no Setor Leste Universitário, em Goiânia. Dessa forma, O veículo estava em movimento no momento da queda, que foi provocada pela chuva que atingiu a capital. As vítimas sofreram ferimentos leves, embora o automóvel tenha ficado danificado.

Com isso, A dupla foi socorrida pela Polícia Militar (PM) e pelo Corpo de Bombeiros, que realizou o corte da árvore e a limpeza do local com o auxílio da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg). Nesse sentido, em nota, a empresa informou que registrou 23 quedas de árvores entre domingo (4) e segunda-feira (5). Vale ressaltar que os aspectos relacionados a Jovens ficam continuam sendo acompanhados com atenção.

Jovens ficam: Quem paga pelo prejuízo?

Portanto, O acidente levantou uma dúvida comum em períodos de temporais: quando uma árvore cai sobre um veículo ou imóvel, quem deve pagar pelo prejuízo? Em seguida, ao Mais Goiás, o presidente da Comissão de Direito Criminal e Político da Ordem dos Advogados do Brasil Seção Goiás (OAB-GO), Tadeu Bastos, explicou que a resposta depende das condições da árvore e do local onde ela estava. Esse ponto reforça a repercussão gerada em torno de Jovens ficam nos últimos dias.

Quando a árvore está em uma via ou espaço público, por exemplo, a responsabilidade pela manutenção, poda e fiscalização é do município. Se for constatado que o vegetal estava podre, cupinizado, morto ou apresentava sinais de risco que não foram tratados, pode haver responsabilidade da prefeitura pela falta de manutenção e até mesmo omissão. Especialistas destacam que novas atualizações sobre Jovens ficam devem surgir em breve.

Nessas situações, o proprietário do veículo ou imóvel atingido pode buscar indenização pelos prejuízos. Se a árvore estava dentro de um terreno, quintal ou imóvel privado e caiu em direção à rua ou sobre vizinhos, a obrigação de reparar o dano é do dono do imóvel onde a árvore ficava.

Há, porém, situações em que a Prefeitura ou o proprietário do imóvel podem não ser obrigados a indenizar. É o caso de eventos considerados imprevisíveis ou inevitáveis, como uma tempestade excepcional, acompanhada de ventos acima do normal.

Segundo Tadeu, se ficar comprovado que a árvore estava saudável e caiu exclusivamente em razão de um fenômeno climático extremo, pode haver exclusão da responsabilidade. Nesse cenário, o proprietário do veículo ou imóvel pode acabar arcando com o prejuízo, caso não tenha seguro com cobertura para eventos naturais.

Para aumentar as chances de conseguir uma indenização, a orientação é reunir o máximo possível de provas logo após o ocorrido. A vítima deve fotografar e filmar o local, o veículo atingido, o tronco, as raízes e as condições da árvore. Também é importante registrar boletim de ocorrência e solicitar documentos ou relatórios do atendimento realizado pelo Corpo de Bombeiros e pela Defesa Civil.

Recolha nomes e contatos de vizinhos ou pessoas que presenciaram a queda ou que possam atestar que a árvore já dava sinais de risco há tempos. Se algum morador já havia aberto chamados na prefeitura solicitando a poda ou remoção da árvore, guarde esses protocolos. Eles provam a negligência do município.

Consequências criminais

Segundo Tadeu, ações contra o município podem tramitar no Juizado Especial da Fazenda Pública quando o valor estiver dentro do limite legal. Em situações que exigem perícia especializada ou envolvem valores maiores, o processo pode ser encaminhado à Vara da Fazenda Pública.

Quando a queda da árvore provoca ferimentos graves ou morte, as consequências podem ser ainda maiores. Além dos danos materiais, podem ser cobradas despesas médicas, hospitalares e medicamentos, além de lucros cessantes ou pensão quando a vítima fica incapacitada para o trabalho. Também podem ser reconhecidos danos morais e estéticos.

Em caso de morte, os familiares podem buscar indenização pelos danos sofridos e eventual pensão aos dependentes. Há ainda a consequência criminal. Conforme Tadeu, se ficar comprovado que um agente público ou proprietário de imóvel tinha conhecimento de um risco concreto e ignorou alertas ou providências necessárias, pode haver apuração por crimes culposos, como lesão corporal ou homicídio, dependendo das circunstâncias.

Estes processos costumam ser demorados, podendo levar de 2 a 5 anos (ou mais) na Justiça Comum contra a Fazenda Pública, devido aos prazos diferenciados e recursos permitidos aos entes públicos.

Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.

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Redação Foco Goiás