Além disso, juarez Machado, um dos artistas plásticos mais versáteis do Brasil, faleceu nesta terça-feira (06/10) à tarde em uma cidade do interior do Rio de Janeiro, aos 85 anos. Dessa forma, A informação foi divulgada pelo Instituto Internacional Juarez Machado. Com isso, as circunstâncias do óbito não foram reveladas.
Nesse sentido, A cidade natal do artista, Joinville, terá três dias de luto oficial por determinação da Prefeitura. Portanto, A prefeita Rejane Gambin exaltou o legado de Machado, ressaltando como ele projetou Joinville além das fronteiras nacionais.
Uma trajetória de mais de seis décadas
Em seguida, nascido em 16 de março de 1941 em Joinville, Juarez Machado teve contato com as artes ainda na infância. Ao longo de mais de seis décadas de carreira, acumulou uma lista de funções raramente reunida em um único artista: ator, escritor, cenógrafo, caricaturista, desenhista, escultor e pintor.
Após se formar na Faculdade de Belas Artes e atuar como cenógrafo na TV Paraná, ele transferiu residência para o Rio de Janeiro. Na cidade, construiu amizades com Ziraldo, Jaguar e Millôr Fernandes e passou a assinar trabalhos em veículos como O Pasquim, Jornal do Brasil e O Cruzeiro.
Do Fantástico a Paris
Na década de 1970, Machado integrou a equipe de criação do Fantástico, da Rede Globo, atuando primeiro em cenografia e efeitos visuais. A partir de 1974, passou a aparecer na frente das câmeras como mímico, papel que o tornou conhecido do grande público.
Em 1975, publicou Ida e Volta, livro-imagem que se tornou referência na literatura visual brasileira.
Na década de 1980, o artista fixou moradia em Paris, no bairro de Montmartre, de onde sua produção alcançou Estados Unidos, Portugal, Itália, Japão, Suíça, Bélgica e Austrália. A projeção internacional chegou também ao cinema: telas de sua autoria integram a decoração do quarto da personagem central de O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, longa dirigido por Jean-Pierre Jeunet.
Em 2014, Machado fundou em Joinville o Instituto Internacional Juarez Machado, espaço que abriga galerias, biblioteca e seu acervo pessoal. Foi essa instituição que anunciou o falecimento e prestou homenagem ao artista, definindo-o como um cidadão do mundo cuja trajetória colocou Joinville no mapa cultural internacional.
Para mais detalhes e apuração completa, consulte a fonte da notícia.
Veja também: Flamengo avalia usar camisa para protestar contra proibição das bets



