Sobre o tema envolvendo Marinho avisa, além disso, O senador Rogério Marinho (PL-RN) disse que o “novo Senado” não será omisso em caso de crimes de responsabilidade cometido por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Dessa forma, A declaração ocorreu nesta terça-feira (6) em conversa com a imprensa após se reunir com o presidente da Corte, Edson Fachin, em Brasília.
“Deixamos claro que, na hora em que houver algum crime de responsabilidade por um ministro do STF, o Senado não vai se omitir. Com isso, E hoje ele tem se omitido”, disse. Nesse sentido, ele ainda afirmou não haver “espírito de vingança”, mas o intuito de “reconstruir o país”. Portanto, segundo o senador, a ideia é garantir o respeito à separação entre os Poderes.
Em seguida, na ocasião, ele também criticou a atuação do atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), por não dar andamento aos mais de 100 pedidos de impeachment contra ministros do Supremo. Para ele, é necessário mudar o regimento da Casa para analisar essas demandas — hoje, a decisão de pautas cabe ao líder da Casa Alta do Congresso.
Contexto e detalhes sobre Marinho avisa
Marinho ainda afirmou que os ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino têm agido com “viés político”. Ele adiantou que pretende conversar com ambos após as eleições. “Acho que política é para os políticos.”
Ele ainda sinalizou que o momento não é oportuno para discutir a PEC do fim da escala 6×1. “Por que agora? Por que a discussão não acontece com a profundidade e racionalidade que exige?”, questionou.
A partir do ano que vem, o PL terá 28 cadeiras no Senado. O PT chegará a nove, enquanto o MDB, oito. Confira os demais: PP (6), Republicanos (6), União Brasil (5), PSD (5), PSB (4), Novo (3), Podemos (2), PSDB (2), Rede (1) e PDT (1).
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